Bem vindo!

Tu que és um andarilho virtual na constante busca pelo conhecimento e diversão, celebre a vida conosco! Junte-se à nossa lareira, venha beber uma taça de vinho ou esfriar-se em uma grande caneca de cerveja, faça novos amigos ou solidifique velhas amizades.

"Sem comer e sem beber ninguém se cobre de glória" (provérbio viking).

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segunda-feira, 14 de maio de 2012

Escadas Para o Céu

Seria uma abordagem metafórica para ilustrar uma alegoria humana ou realmente há veracidade quanto a descrição do caminho para os portões celestiais, se estes de fato existirem?

Em épocas remotas acreditava-se que os céus podiam ser alcançados por intermédio de uma estrada em espiral que se findava a um circulo de escadas. Tal conceito pode ser vislumbrado nas pinceladas da magnífica obra "Escada de Jacó" (Jacob's Ladder) de William Blake, criada no século XVIII sob inspiração da passagem bíblica em que Jacó adormece e sonha com uma escada ligando a terra e o céu (Gênesis 28:10-13).

Para os seguidores da teoria dos Astronautas do Passado, a crença judaico-cristã vem revelar um possível contato alienígena, em que a figura da escada, é nada mais do que uma rampa de acesso de uma nave interplanetária. Segundo os teóricos, Jacó descreveu de maneira fantástica algo que não poderia explicar por sua limitação tecnológica vivenciada naquele período histórico.

Na mitologia nórdica tal via de acesso é chamada de Bifröst, um mítico caminho que liga Midgård (terra dos homens) a Asgård (terra dos deuses).

A grande verdade é que o homem, com sua incapacidade biológica e questionamento no pós-vida, sonha em subir aos céus para desvendar os mistérios que o cercam. A escada visivelmente é o símbolo entre o mundano e o etéreo, o elo entre o homem e o Criador.

Nem mesmo o velho e bom rock'n'roll setentista se isentou de explorar esta temática espiritual, conforme podemos apreciar na mais icônica balada do hard rock, "Starway To Heaven", da banda Led Zeppelin.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Os 10 Melhores Covers do Rock

Obra de Frank Frazetta
Geralmente temos mais afeição por tudo que é original, tal qual a ideia da obra "Quem Mexeu no meu Queijo?", mas há situações que a reprodução torna-se tão boa quanto sua fonte genitora, concedendo uma nova visão ao que já era ótimo.

No universo musical tais homenagens são denominadas “covers”, e dentre este vasto acervo de cópias, ousei selecionar, o que em minha opinião, considero como sendo os 10 melhores covers de rock que o mundo já testemunhou. Claro que alguns terão opiniões divergentes em relação a certas escolhas daqui, mas vale lembrar que tentei documentar os melhores clones com seus respectivos videoclipes, sendo assim, não adiantaria optar por uma música que não pudesse mostrá-la a vocês de maneira audível e visual.

GUNS N' ROSES - LIVE AND LET DIE (THE BEATLES COVER)

VAN HALEN - YOU REALLY GOT ME (THE KINKS COVER)

THE WALLFLOWERS - HEROES (DAVID BOWIE COVER)

FAITH NO MORE - EASY (THE COMMODORES COVER)

ALIEN ANT FARM - SMOOTH CRIMINAL (MICHAEL JACKSON COVER)

RED HOT CHILI PEPPERS - HIGHER GROUND (STEVIE WONDER COVER)

NIRVANA - SMELL LIKE TEEN SPIRIT (PAUL ANKA COVER)

HIM - WICKED GAME (CHRIS ISAAK COVER)

QUIET RIOT - CUM ON FEEL THE NOIZE (SLADE COVER)

SAXON - RIDE LIKE THE WIND (CHRISTOPHER CROSS COVER)

terça-feira, 3 de abril de 2012

The Smiths: The Queen Is Dead

Gravado em dezembro de 1985, um considerável atraso ocasionado por impedimentos legais, fez com que o terceiro álbum da renomada banda The Smiths tivesse seu lançamento postergado para junho de 1986.

The Queen Is Dead é fruto de um trabalho primoroso, uma crítica a indústria fonográfica, a Igreja e a monarquia britânica, que por muito tempo trouxe estagnação a sociedade inglesa.

A mensagem em suaves agulhadas veio com os hits "The Queen Is Dead" e "Bigmouth Strikes Again", mas além dos sucessos com teor político, "The Boy with the Thorn in His Side" e "I Know It's Over" marcaram presença na bem sucedida carreira do The Smiths.

Sem dúvida a genialidade de Morrisey e de Johnny Marr foram cruciais para tornar esse álbum, imprescindível em qualquer coleção que valorize o alinhado e bom rock'n'roll inglês.

segunda-feira, 12 de março de 2012

The Alan Parsons Project: Don't Answer Me

O single "Don't Answer Me" comercialmente representa a principal faixa do álbum Ammonia Avenue (1984) e o último grande sucesso da renomada banda britânica de rock progressivo.

Claro que o poder criativo do ex-engenheiro de som da banda Pink Floyd já esteve melhor na década de 1970 e bem no inicio dos anos 80, contudo, isto é Alan Parson, e junto com o talento de Eric Woolfson, independente do ilustre passado, merece nosso respeito.

O videoclipe é outro elemento interessante da música, já que foi inspirado nos antigos quadrinhos da Marvel Comics ilustrados pelo saudoso Stan Lee.


Don't Answer Me (Alan Parson/ Eric Woolfson)

If you believe in the power of magic
I can change your mind
And if you need to believe in someone
Turn and look behind
When we were living in a dream world
Clouds got in the way
We gave it up in a moment of madness
And threw it all away

Don't answer me, don't break the silence
Don't let me win
Don't anwer me, stay on your island
Don't let me in

Run away and hide from everyone
Can you change the things we've said and done?

If you believe in the power of magic
it's all a fantasy
So if you need to believe in someone
Just pretend it's me
It ain't enough that we meet as strangers
I can't set you free
So will you turn your back forever on what you mean to me?

Don't answer me, don't break the silence
Don't let me win
Don't answer me, stay on you island
Don't let me in

Run away and hide from everyone
Can you change the things we've said and done?

Don't answer me , don't break the silence
Don't let me win
Don't answer me, stay on your island
Don't let me in

Run away and hide from everyone...

Don't answer me , don't break the silence
Don't let me win
Don't answer me, stay on your island
Don't let me in

Can you change the things we've said and done?

Don't answer me , don't break the silence
Don't let me win
Don't answer me, stay on your island
Don't let me in...

quinta-feira, 8 de março de 2012

10 Super Hits das Pistas de Dança (1990-2010)

Como a grande maioria já sabe nesta semana se comemora o Dia Internacional da Mulher, e conhecendo um pouco da preferência feminina por baladas dançantes, selecionei alguns sucessos que estremeceram as pistas de dança entre 1990 e 2010. O direito a diversão e a individualidade de expressão também são prerrogativas desta respeitável conquista do gênero, e graças a isto, as mulheres podem exercer sem preconceito, a liberdade de arrasar nas pistas de boates e clubes noturnos pelo mundo. Relembre aqui os grandes hits da house music, do eurodance e da electronic music nas últimas duas décadas.

SPILLER FEAT. SOPHIE ELLIS-BEXTOR - GROOVEJET [IF THIS AIN'T LOVE]

KOSHEEN - HIDE YOU

JAYDEE - PLASTIC DREAMS

LAYO & BUSHWACKA - LOVE STORY [TIM DELUXE'S FINALLY CLUB MIX]

FRAGMA - TOCAS MIRACLE

GALA - COME INTO MY LIFE

GET FAR - SHINING STAR

EVERYTHING BUT THE GIRL - MISSING

PAUL VAN DYK FEAT. WAYNE JACKSON - THE OTHER SIDE

ATB FEAT. MISS JANE - IT'S A FINE DAY

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Ryunosuke Band: A Esperança do Classic Rock

Quem disse que o clássico rock'n'roll estará fadado ao extermínio com a nova geração de crianças?

Bom, confesso que minhas expectativas estavam quase nulas, mas ao ver um incrível trio mirim numa fantástica apresentação para a TV coreana, em Agosto de 2008, a esperança que havia desaparecido em mim, ressurgiu como fênix nas cinzas. Curtam o talento da Ryunosuke Band, uma banda formada por três japonesinhos (Ryunosuke Yamagishi, Ren Tanaka e Keito Hori) que não escondem sua paixão pelo verdadeiro rock.

sábado, 21 de janeiro de 2012

Faith No More: The Real Thing

O álbum The Real Thing (1989) representa o terceiro trabalho de estúdio na discografia do Faith No More, um monólito musical que definiu o limite entre o passado e o futuro da banda californiana.

A despedida do alcoólatra Chuck Mosley para a entrada do esfuziante Mike Patton, de apenas 20 anos, tornou-se a principal mudança benéfica que resultou em um sucesso avassalador nos anos 90.

As habilidades vocais de Patton embalaram um inovador funk metal com lampejos de rock progressivo, influenciando importantes bandas de numetal, como Limp Bizkit e Korn

Deleite-se com o teclado de Roddy Bottum no hit "From Out Of Nowhere"; vibre em "Falling To Pieces" com a emblemática presença funk do baixista Bill Gould e do baterista Mike Bordin; ou viaje nos solos de guitarra de Jim Martin no megassucesso "Epic".

E por falar em "Epic" (nono lugar nos Estados Unidos), este single em forma de videoclipe, vastamente divulgado pela MTV, elevou o Faith No More a posição de super-banda, bem como tornou Mike Patton um símbolo sexual do rock alternativo.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Os 10 Armários Mais Escancarados da Música

Antes que venham dizer que a Taverna do Peregrino exalta a homofobia, gostaria de deixar ressaltado que este tópico tem o intuito de documentar as celebridades da música, que com muita coragem resolveram assumir sua preferência sexual contraditória, tão pouco temendo a rejeição dos fãs e o falatório da mídia. Claro que a revelação de alguns tornou-se nada mais que a confirmação de algo que já sabíamos de antemão, uma vez que as evidências eram bem nítidas.

Se você tem certo posicionamento religioso, guarde-o consigo, porque aqui sublimaremos o talento musical. Vejamos agora os 10 armários mais escancarados da música, que vão do rock'n'roll ao estilo pop. Já sei, vocês estão sentindo falta de alguns nomes como Phil Oakley (The Human League), Marc Almond (Soft Cell), Mika, Renato Russo (Legião Urbana e Solo), Darren Hayes (Savage Garden), Sylvester (Solo), Ney Matogrosso (Secos & Molhados e Solo), Mark Feehily (Westlife) e Michael Stipe (R.E.M.), mas a lista é limitada em apenas dez escolhas, portanto, eis as selecionadas.

FREDDIE MERCURY (QUEEN E SOLO)
Freddie Mercury (1946-1991) é o maior exemplo de que um grande talento não pode ser esmorecido por mera opção homoafetiva, já que o cantor esbanjava qualidades artísticas, e um detalhe tão peculiar como esse não tem a menor significância para fãs e admiradores. Antes de assumir sua homossexualidade, Mercury viveu por cinco anos com sua namorada Mary Austin, que posteriormente se tornou a musa inspiradora por trás do hit "Love Of My Life".

Queen - I Want to Break Free


ROB HALFORD (JUDAS PRIEST)
Nem mesmo o couro, os rebites em aço e o excesso de testosterona, livraram o heavy metal de ter um impactante representante da comunidade gay. Durante sua carreira como vocalista do Judas Priest, Rob Halford vivenciou um conflito que se findou em depressão e no uso de substâncias entorpecentes. O grito de liberdade foi transmitido em uma ousada entrevista a MTV News, em 1998, quando declarou que finalmente se sentia confortável para tornar sua sexualidade pública.

Painkiller


NEIL TENNANT (PET SHOP BOYS)
Em agosto de 1994, uma matéria da revista britânica Attitude Gay Lifestyle anunciava algo supostamente bombástico, Neil Tennant, finalmente havia declarado sua homossexualidade: "Sim, sou gay". A notícia não poderia ser mais hilária, já que as evidências eram tão cristalinas ao longo de sua carreira, bastava observar os vídeos do Pet Shop Boys ou os trejeitos de seu vocalista em ação.

West End Girls


ANDY BELL (ERASURE E SOLO)
Além ter sido vocalista do Erasure, Andy Bell é um fervoroso defensor dos direitos gays, e até onde fiquei sabendo, jamais escondeu sua condição homossexual. A extravagância é uma das principais características deste artista britânico, e podemos constatar isso no videoclipe "Oh L'amour", onde ousadamente traja uma cinta-liga preta com espartilhos. Em dezembro de 2004, Andy anunciou publicamente que é HIV-positivo desde junho de 1998, data em que descobriu a enfermidade por análise laboratorial.

A Little Respect


ELTON JOHN (SOLO)
Acredito que Sir Elton John tem enorme prazer em provocar os milhares de cristãos fervorosos ao redor do mundo, primeiro por constituir uma atípica família com seu marido David Furnish e seu filho Zachary Jackson Levon Furnish-John; e segundo por dizer abertamente que Jesus Cristo fora gay durante sua vida terrestre. O queridinho da nobreza britânica é um dos principais defensores da causa homoafetiva, não poupando nem mesmo as crenças religiosas.

 
Nikita


RICKY MARTIN (MENUDO E SOLO)
De todos os artistas da lista, Ricky Martin foi o último a sair do armário, já que a preocupação com destino de sua carreira era extremamente sufocante. Aos 38 anos, contrariando recomendações, Ricky, assume sas rédeas de sua vida, declarando em seu blog: "Tenho orgulho de dizer que sou um felizardo homossexual. Sou muito abençoado em ser o que sou. Esses anos em silêncio e reflexão me fizeram mais forte, lembrando-me de que aceitação vem de dentro e que esse tipo de verdade me dá o poder de conquistar emoções que eu nem sabia que existiam”. Independente da escolha deste porto-riquenho, ainda o veremos arrebatar milhares de fãs mulheres em todo o globo terrestre, considerando que muitas delas terão a esperança de muda-lo algum dia.

Maria


JIMMY SOMERVILLE (BRONSKI BEAT, THE COMMUNARDS E SOLO)
No começo de sua atuação como vocalista e compositor, Jimmy Somerville não teve dificuldades em pôr à mostra sua preferência por jovens rapazes esportistas, que inclusive poderemos observar nos vídeoclipes de sua carreira. Jimmy esteve à frente de duas famosas bandas do Synthpop britânico (Bronski Beat e The Communards), que marcaram o cenário gay oitentista por todo o mundo.

Bronski Beat - Smalltown Boy


CAZUZA (BARÃO VERMELHO E SOLO)
Cazuza (1958-1990) era debochado, mimado e inconsequente, mas acima de tudo um gênio do rock brasileiro, que assumiu sua bissexualidade em meio aos tabus dos anos 80. Assim como Freddie Mercury, o ex-vocalista do Barão Vermelho foi mais uma das vítimas que sucumbiram perante o temível vírus HIV, que por pura ignorância era chamado de "praga gay".

Exagerado


GEORGE MICHAEL (WHAM! E SOLO)
George Michael foi aclamado como símbolo sexual desde seu surgimento musical na dupla Wham! (1981). Embora sempre fora discreto com sua sexualidade, Mr. Michael passou por uma situação bem constrangedora em 1998, quando foi detido pela polícia de Los Angeles por praticar atos obscenos em um banheiro público. Numa entrevista para o Independent News em 2007, Michael confessou porque demorou tanto tempo para sair do armário, já que sua mãe poderia se assustar com a revelação.


Wham! - Wake Me Up Before You Go-Go


BOY GEORGE (CULTURE CLUB E SOLO DJ)
O comportamento e o visual andrógeno de Boy George já causaram muitas polêmicas no inicio da década de 1980, alguns até chegaram afirmar que o artista era uma mulher travestida de drag queen. Boy George tinha uma atração pessoal por heterossexuais e simpatizantes indecisos, algo que inevitavelmente o levava a frustações e decepções amorosas, como ocorrera em seu relacionamento secreto com John Moss, baterista do Culture Club. E as histórias não param por aí, portanto, se quiser saber mais sobre a escandalosa "Boneca Emília" do movimento New Romantic britânico, existe um ótimo filme chamado "Worried About The Boy", produzido pela BBC de Londres.

Culture Club - Do You Really Want to Hurt Me?

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Os 10 Melhores Hits com Sax dos Anos 80

Minha opinião pode não ser unânime, mas o saxofone é sem dúvida o instrumento que mais simboliza o bulício das noites citadinas. Claro que o primeiro ritmo que nos vem à mente é o jazz, porém, o pop-rock da década de 1980, foi providencialmente enfeitiçado pela magia sexy do sax.

Neste contexto noturno, a mais inspiradora é "You Belong to the City", a nostálgica trilha sonora do seriado Miami Vice, composta pelo norte-americano Glenn Frey (ex-Eagles). Já para os fãs de Rick Springfield, deixo um videoclipe oficial extremamente raro: "Don't Walk Away".

E você, sente falta do som do saxofone embalando as músicas contemporâneas ou acha que foi apenas um modismo de um período que não voltará mais?

YOU BELONG TO THE CITY (GLENN FREY)

SMOOTH OPERATOR (SADE)

DON'T WALK AWAY (RICK SPRINGFIELD)

PRIVATE DANCER (TINA TURNER)

THE CAPTAIN OF HER HEART (DOUBLE)

CARELESS WHISPER (GEORGE MICHAEL)

WHO CAN IT BE NOW (MEN AT WORK)

MODERN LOVE (DAVID BOWIE)

RIO (DURAN DURAN)

MANEATER (HALL & OATES)

sábado, 31 de dezembro de 2011

U2: New Year's Day

Para celebrar musicalmente a chegada do Ano Novo, selecionei um dos mais famosos hits da banda irlandesa U2, que por sinal e o meu preferido.

Em 1983, a música New Year's Day, tornar-se-ia um dos grandes sucessos do disco War, o terceiro álbum do quarteto de Dublin.

A obra é uma crítica à estagnação e ao mesmo tempo a promessa de dias melhores para aqueles não abandonam a esperança.

O inverno sueco em Sälen seria o cenário perfeito para a gravação do vídeo deste fabuloso single que mostrarei a seguir. Um feliz e próspero Ano Novo a todos, mas sem expectativas de guerras!


New Year's Day (U2)

Yeah...
All is quiet on New Year's Day.
A world in white gets underway.
I want to be with you, be with you night and day.
Nothing changes on New Year's Day.
On New Year's Day.

I... will be with you again.
I... will be with you again.

Under a blood-red sky
A crowd has gathered in black and white
Arms entwined, the chosen few
The newspaper says, says
Say it's true, it's true...
And we can break through
Though torn in two
We can be one.

I... I will begin again
I... I will begin again.

Oh, oh. Oh, oh. Oh, oh.
Oh, maybe the time is right.
Oh, maybe tonight.
I will be with you again.
I will be with you again.

And so we are told this is the golden age
And gold is the reason for the wars we wage
Though I want to be with you
Be with you night and day
Nothing changes
On New Year's Day
On New Year's Day
On New Year's Day

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

The Moody Blues: Talking Out Of Turn

Desde 1965, os veteranos do The Moody Blues, revelaram sem esforço algum o motivo de estarem tanto tempo na estrada, mesmo apesar de uma dissolução ocorrida em meados da década de 1970.

A banda de rock britânica foi uma das precursoras do movimento progressivo, diferenciada pela calmaria de seus arranjos orquestrais bem ensaiados.

Os Moodies voltaram a se reunir em 1981, para promover o lançamento de seu magnífico álbum "Long Distance Voyager", responsável por abrigar o icástico hit "Talking Out Of Turn". O vídeo foi extraído do DVD "Lovely To See You: Live" de 2005, um show gravado na Grécia, imprescindível para qualquer amante da boa música.


Talking Out Of Turn (John Lodge/The Moody Blues)

When I took a little loving from you
Oh I, never thought about the hurting inside
But I took a little more than I should
Oh why, can't explain that I would ever
Let you slip through my fingers
Let you escape like yesterday
I would appreciate you knowing
I thought you love had come to stay

CHORUS
Talking out of turn
Shot to pieces
When will I learn
Talking out of turn
Shot to pieces
When will I learn

But I took a little more of you each day
When I didn't see that I was breaking you apart
With angry words of love I didn't mean
Oh why, can't believe that I would ever
Talk myself out of tomorrow
Talked like a fool to yesterday
And as the evening loses colour
Your love began to fade away

CHORUS
Talking out of turn
Talking out of turn
If I upset you
I didn't mean to hurt you
I didn't mean to make you cry
I don't need an alibi

To start me talking out of turn
When I took a little loving from you
Oh I, can't believe that I would ever
Let you slip through my fingers
Let you escape like yesterday
I would appreciate you knowing
I thought your love had come to stay

CHORUS

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Red Hot Chili Peppers: Californication

Após 08 anos de seu lançamento, a sombra do Blood Sugar Sex Magik (1991) ainda perseguia os norte-americanos do Red Hot Chili Peppers, mas em 1999, um álbum intitulado Californication, faria o presente ensolarado novamente.

Para concluir este sucesso, os integrantes da banda resolveram olhar para seu passado triunfal, despediram o guitarrista Dave Navarro (ex-Jane's Addiction) e chamaram de volta John Frusciante, além de recontratarem Rick Rubin como agente produtor.

O envolvente projeto gráfico da capa, foi assinado pelos californianos do RHCP com co-autoria de Lawrence Azerrad.

Em Californication, nos deparamos com uma banda madura, sem exageros performáticos, e moldada para uma nova geração de fãs do funk-rock praiano.

Músicas como “Scar Tissue”, “Otherside”, “Californication”, “Porcelain” e “Road Trippin” são motivos suficientes para você adquirir este magnífico álbum.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Os 10 Vocalistas Mais Bonitos dos Anos 80

Que tal retroceder 30 anos para apreciar a beleza e o charme dos vocalistas mais bonitos da década de 1980. Na minha adolescência, eu e minhas amigas, esperávamos ansiosas pela chegada do sábado, para assistirmos ao "Som Pop", o único programa de videoclipes da época, que nos saciava com a aparição de nossos ídolos, algo muito restrito no inicio de 80 (vale lembrar que a MTV ainda não existia no Brasil e o que dizer da World Wide Web).

Fazendo jus a temática do tópico, selecionei apenas 10 bonitões que arrancaram suspiros e arrebataram milhares de fãs ao redor do mundo, contudo, há ainda outros que poderiam fazer parte de uma segunda lista, como Andrew Mann (When in Rome), George Michael (Wham!), Bruce Springsteen (Solo), Joe Elliot (Def Leppard), David Bowie (Solo), Peter Frampton (Solo), Tony Hadley (Spandau Ballet), Patrick Swayze (Solo), Paulo Ricardo (RPM) e Guilherme Isnard (Zero).

SIMON LE BON (DURAN DURAN)
Como muitos já devem saber, Simon Le Bon é o vocalista da renomada banda britânica Duran Duran, que inclusive acabou de se apresentar no Festival de Rock SWU em Paulínia, São Paulo (novembro de 2011). Simon, em minha opinião, é o "the best" de um grupo onde todos são bonitos, não é atoa que a falecida princesa Diana os elegeram como sua banda preferida. O escorpiano de cabelos loiros e olhos azuis nascido em 1958, sempre trajava roupas de estilistas famosos, para cantar e dançar, fazendo caras e bocas irresistíveis.

Is There Something I Should Know


 RICK SPRINGFIELD (SOLO)
Moreno de olhos verdes e rosto quadrado, Rick Springfield, um músico australiano nascido em 23 de agosto de 1949, está em minha opinião na posição de Apolo do Rock’n’Roll. Em 1981, Rick foi agraciado com um Grammy Awards pelo primeiro lugar nas paradas americanas, obtido com o sucesso “Jessie's Girl”. Era o preferido também da personagem interpretada pela atriz Jennifer Garner, na comédia romântica “De repente 30". Bem, só por curiosidade, hoje namoro com a minha versão do Rick, quem espera sempre alcança!!!

Jessie's Girl


STING (THE POLICE)
Lembro-me como se fosse ontem do primeiro videoclipe que assisti do programa Som Pop, cujo ritmo embalou uma festinha de aniversário na qual participava: “De Do Do Do, De Da Da Da” da banda inglesa The Police. Com cabelos loiros e olhos azuis penetrantes, tranquilamente Sting estava entre os cinco vocalistas mais bonitos do universo roqueiro, e não estou exagerando, pois, junto com minhas amigas do colegial, fomos a sua apresentação no estádio do Pacaembu em 1987, que, aliás, foi a turnê que iniciou suas viagens pela Amazônia, em defesa do meio ambiente.

De Do Do Do, De Da Da Da


MICHAEL HUTCHENCE (INXS)
Considero a beleza de Michael Hutchence parecida em trejeitos e traços com a de Jim Morrison (The Doors), e pelo jeito minha opinião não é isolada, já que o antigo vocalista do INXS foi considerado um sex symbol no referido período. Lamentavelmente esse belo australiano foi encontrado morto em 22 de novembro de 1997, num quarto de hotel, em circunstâncias ainda estranhas.
Need You Tonight


DAVE BICKLER (SURVIVOR)
Detentor de um rosto angelical com cabelos castanhos claros e olhos azuis, Dave Bickler, o primeiro vocalista da banda norte-americana Survivor (1978-1983 e 1993-2000), ficou imortalizado pela interpretação do fabuloso hit "Eye Of The Tiger", tema do filme Rock III. Além de possuir uma voz marcante, sua boina preta, camiseta branca, calça de couro e suspensórios foram outros elementos que o tornaram um ícone dos anos 80.

Eye Of The Tiger


MORTEN HARKET (A-HA)
Todos já sabem que o vocalista norueguês Morten Harket é dono de uma voz etérea invejável, responsável por promover o trio A-ha na posição de "super celebridade" da década de 1980, entretanto, sua segunda qualidade é tão inerente quanto à primeira.  Morten colecionava fãs por todo o mundo, e seu apelo só não se tornou maior por causa de um hábito detestável: inserir suas namoradas em toda a rotina profissional do A-ha, isto também incluía os videoclipes da banda, como “Take On Me”.

Stay On These Roads


BONO VOX (U2)
Oriundo de Dublin na Irlanda, o vocalista da mundialmente renomada banda de rock U2, Mr. Bono Vox, dispensa quaisquer apresentações. O artista que nos anos 80 tinha uma bela aparência tornou-se ainda mais bonito devido seu coração filantrópico e engajamento em causas nobres, fato que o fez merecedor do título de cavaleiro do Reino Unido, além de Personalidade do Ano pela revista Time. Fui agraciada com a oportunidade de assistir ao show Vertigo aqui no Brasil, e minha opinião não poderia ser outra senão que eles arrasam!

Pride (In The Name Of Love)


BRYAN FERRY (SOLO)
Bonito, charmoso e chiquérrimo, são algumas das qualidades de Bryan Ferry, um cantor com predisposição para as coisas boas da vida, com muito refinamento e romantismo na escolha dos detalhes, dentre esses, a seleção das belas modelos que compunham seus videoclipes. Também ficou conhecido por se envolver com mulheres lindíssimas, como Jerry Hall, modelo da capa do álbum “Siren” (Roxy Music). Tive o prazer de assistir bem de pertinho Bryan Ferry, numa apresentação inesquecível na antiga casa de shows Olímpia (São Paulo), na década de 1990.

Don't Stop The Dance


BRET MICHAELS (POISON)
Muitos podem achar o visual de Bret Michaels um tanto efêmero, mas é fato que sua beleza andrógena conquistou milhares de fãs na década de 1980, em grande parte formada por groupies enlouquecidas. O resultado não poderia ser outro além de instabilidade nos relacionamentos e famigeradas “puladas de cerca”. Bonito, mas ordinário!

Every Rose Has It's Thorn


JON BON JOVI (BON JOVI)
Jon Bon Jovi é um daqueles sujeitos que pode ser comparado com um bom vinho, isto é, fica melhor no passar dos anos, ainda mais se relembrarmos a fase dos cabelos feios da década de 1980. A época do envelhecimento no carvalho atingiu seu auge com o lançamento do álbum "Keep The Faith" em 1992, ano em que Jon Bon Jovi exibia um visual mais moderno: cabelos com luzes e corte desalinhado em camadas.

 
Runaway

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

The Doobie Brothers: What A Fool Believes

What A Fool Believes é a segunda faixa do álbum Minute by Minute (1978) da banda californiana The Doobie Brothers.

O bem sucedido hit foi composto por Kenny Loggins e Michael Mcdonald, que, aliás, é o melhor interprete da música, já que sua voz a torna memorável, transpassando gerações.

Não é por menos que o "tremendão" Erasmo Carlos ficou embasbacado ao assistir um show da banda no final da década de 70.


What A Fool Believes (Michael McDonald/Kenny Loggins)

He came from somewhere back in her long ago
The sentimental fool don’t see
Tryin’ hard to recreate
What had yet to be created once in her life

She musters a smile
For his nostalgic tale
Never coming near what he wanted to say
Only to realize
It never really was

She had a place in his life
He never made her think twice
As he rises to her apology
Anybody else would surely know
He’s watching her go

But what a fool believes he sees
No wise man has the power to reason away
What seems to be
Is always better than nothing
And nothing at all keeps sending him…

Somewhere back in her long ago
Where he can still believe there’s a place in her life
Someday, somewhere, she will return

She had a place in his life
He never made her think twice
As he rises to her apology
Anybody else would surely know
He’s watching her go

But what a fool believes he sees
No wise man has the power to reason away
What seems to be
Is always better than nothing
There’s nothing at all
But what a fool believes he sees…

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

The Sisters Of Mercy: Floodland

Floodland (1987) é o segundo álbum dos roqueiros góticos do The Sisters Of Mercy, uma banda inglesa que revolucionou o cenário "dark" da década de 1980.

Liderada pelo enigmático vocalista e compositor Andrew Eldritch, o referido disco e videoclipes contaram apenas com a colaboração do produtor Jim Steinman, da baixista Patricia Morrison (ex-Gun Club) e de uma bateria eletrônica apelidada de Doktor Avalanche.

Duas faixas do álbum trazem a New York Choral Society, que segundo o artista, parecia uma boa ideia, na época, ter 40 pessoas cantando em coro (só não fazia ideia do porquê).


Entre as faixas que merecem destaques, os singles "Dominion/Mother Russia", "Lucretia My Reflection" e "The Corrosion" são em minha opinião sublimes, ainda mais quando vislumbrados nos videoclipes. É lamentável que a banda tenha uma discografia tão curta, mas fica aqui minha homenagem e meu presente a todos os fãs da Taverna do Peregrino nesses dias que antecedem o Halloween (Dia das Bruxas).

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Journey: Separate Ways (Worlds Apart)

Separate Ways (Worlds Apart) representa um dos maiores hits do Journey, presente na primeira faixa do oitavo álbum da banda, chamado Frontiers (1983).

Se alguém ainda tinha dúvida da qualidade vocal de Steve Perry, essa é a chance de ouvir um verdadeiro hino do hard rock cantado com toda magnitude, além de assistir o videoclipe mais imitado por fãs da banda californiana.

Vale destacar que a música atingiu a oitava posição na lista das mais tocadas pela Billboard em seu respectivo ano de lançamento.

Separate Ways (Worlds Apart) [Jonathan Cain/Steve Perry]


Here we stand
World's apart, hearts broken in two, two, two
Sleepless nights
Losing ground
I'm reaching for you, you, you

Feelin' that it's gone
Can change your mind
If we can't go on
To survive the tide love divides

Someday love will find you
Break those chains that bind you
One night will remind you
How we touched
And went our separate ways

If he ever hurts you
True love won't desert you
You know I still love you
Though we touched
And went our separate ways

Troubled times
Caught between confusions and pain, pain, pain
Distant eyes
Promises we made were in vain, in vain, in vain

If you must go, I wish you love
You'll never walk alone
Take care my love
Miss you love

Someday love will find you
Break those chains that bind you
One night will remind you
How we touched
And went our separate ways

If he ever hurts you
True love won't desert you
You know I still love you
Though we touched
And went our separate ways

Someday love will find you
Break those chains that bind you
One night will remind you

If he ever hurts you
True love won't desert you
You know I still love you

I still love you girl
I really love you girl
And if he ever hurts you
True love won't desert you
No, no
No.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Tarkan: O Maior Artista Pop da Turquia

Tarkan é de longe o maior artista pop da Turquia, responsável por combinar elementos da tradicional música do Oriente Médio com os ritmos modernos do Ocidente contemporâneo.

Sinteticamente é possível afirmar que Tarkan é para os turcos, assim como Ricky Martin é para os porto-riquenhos, uma celebridade que canta e dança muito bem, além de ter uma beleza plástica invejável.

O curioso é que o artista nasceu em 17 de outubro, em Alzey (próximo a Frankfurt), na Alemanha, filho de imigrantes turcos que ali se estabeleceram, buscando por oportunidades laborais como muitas outras famílias expatriadas. Aliás, estive nessa região da Alemanha e posso dizer que a influência da cultura turca é muito grande por lá.


Em 1986, o jovem Tarkan Tevetoglu, aos 14 anos de idade, regressa com a família para a Turquia e começa a estudar música clássica turca em Karamüsel, mas, é apenas em 1991 que sua carreira musical tem inicio. Com sua discografia iniciada em 1992, álbuns como Ölürüm Sana (Eu morreria por você) e Karma merecem total destaque, pois, detém os esfuziantes hitsÖlürüm Sana”, “Simarik”, “Bu Gece (Kir Zincirlerini)”, “Kuzu Kuzu” e “Sen Baskasin”.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Kansas: Vinyl Confessions

Quando associamos o Estado do Kansas com a música, logo nos vem à mente o termo Country Music, mas no inicio da década de 1970, a cidade de Topeka, vivenciaria uma mudança drástica deste conceito, graças ao surgimento da banda de rock progressivo Kansas.

Embora a banda seja eternamente vinculada a seu icônico hitDust in the Wind”, um primoroso lançamento em 1982 não passaria despercebido.

Vinyl Confessions é uma obra que sem dúvida divide opiniões, uma vez que a influência do cristianismo é ressaltada em cada faixa apocalíptica do álbum, resultado da conversão de Kerry Livgren e Dave Hope na fé cristã. O oitavo disco da banda foi também um adeus para o saudoso som de violino presente em suas composições passadas.


Particularmente é um álbum que me agrada muito, já que possui um dos maiores hinos do rock, o megassucesso “Play The Game Tonight”, uma música que gerou a simbiose perfeita junto às propagandas do cigarro hollywood nos anos 80. O videoclipe é outro elemento chamativo para "Play The Game Tonight", possivelmente inspirado no filme "O Sétimo Selo" (Det Sjunde Inseglet) de 1957, já que retrata dois seres encapuçados jogando xadrez com o destino da humanidade, uma partida que vem desde o princípio dos tempos.

Além deste fabuloso hit, as faixas “Borderline”, “Crossfire”, “Chasing Shadows” e “Fair Exchange” também merecem destaque.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Simple Minds: Don't You (Forget About Me)

Inegavelmente a música "Don't You (Forget About Me)" representa o maior hit da banda escocesa Simple Minds. A afinada voz de Jim Kerr, a exuberante sonoridade do teclado de Michael MacNeil e a inconfundível guitarra de Charlie Burchill, tornou a obra de Keith Forsey e Steve Schiff um hino icônico que irá perdurar por séculos.

É irônico saber que a música foi recusada por Billy Idol e Bryan Ferry antes de chegar às mãos do Simple Minds, isso nos faz pensar que o destino gera acontecimentos providenciais.

Temendo ofuscar as faixas do álbum Once Upon a Time (1985), a banda decidiu que a música faria parte, apenas naquele momento, da trilha sonora do filme "Clube dos Cinco" (The Breakfest Club).

Don't You Forget About Me (Keith Forsey/Steve Schiff)

(Hey, hey, hey, hey)

Won't you come see about me
I'll be alone dancing, you know it, baby
Tell me your troubles and doubts
Giving me everything inside and out
And love's strange: so real in the dark
Think of the tender things
That we were working on
Slow change may pull us apart
When the light gets into your heart, baby

Don't you forget about me
Don't, don't, don't, don't
Don't you forget about me

Will you stand above me
Look my way, never love me
Rain keeps falling
Rain keeps falling
Down, down, down
Will you recognize me
Call my name or walk on by
Rain keeps falling
Rain keeps falling
Down, down, down, down

(Hey, hey, hey, hey)

Don't you try and pretend
It's my beginning
We'll win in the end
I won't harm you
Or touch your defenses
Vanity, insecurity

Don't you forget about me
I'll be alone dancing, you know it, baby
Going to take you apart
I'll build us back together at heart, baby

Don't you forget about me
Don't, don't, don't, don't
Don't you forget about me

As you walk on by
Will you call my name
As you walk on by
Will you call my name
When you walk away

Oh, will you walk away
Will you walk away
Oh, call my name
Will you call my name
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