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Tu que és um andarilho virtual na constante busca pelo conhecimento e diversão, celebre a vida conosco! Junte-se à nossa lareira, venha beber uma taça de vinho ou esfriar-se em uma grande caneca de cerveja, faça novos amigos ou solidifique velhas amizades.

"Sem comer e sem beber ninguém se cobre de glória" (provérbio viking).

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quinta-feira, 19 de abril de 2012

Black Velvet




Este charmoso drinque britânico mescla a delicadeza feminina com o toque animalístico masculino sobre as nádegas de uma mulher. Será que fui demasiadamente romancista, despudorado ou piegas?

Bom, não importa! Que tal combinar o "veludo negro" líquido com uma trilha sonora sensual? Black Velvet, de Alannah Myles.






Rendimento: 01 pessoa

Ingredientes
  • ½ parte de cerveja Guinners (na ausência, utilize outra cerveja preta desde que não seja doce)
  • ½ parte de champagne brut, gelada

Acessório
  • 1 copo flûte

Modo de Preparo
  1. Em um copo flûte, previamente gelado, coloque os ingredientes e sirva imediatamente.

quinta-feira, 22 de março de 2012

Bloody Mary

Em um passado esquecido no tempo, a Bloody Mary (Maria Sangrenta) que conhecemos na atualidade era chamada de Bucket of Blood (Balde de Sangue) e Red Snapper (uma espécie de peixe avermelhado).

O nome que se estabeleceu até hoje traz a lembrança de Mary Tudor (Mary I da Inglaterra), por sua guerra sangrenta contra os protestantes.

Apenas em 1933 que a receita do drinque migrou do Velho Mundo para o Novo Mundo, trazida de Paris para Nova Iorque, tornando-se popular como uma cura para a ressaca. Nos filmes de terror a Bloody Mary figurou como a bebida alternativa dos vampiros e outros sugadores de sangue.


Rendimento: 04 pessoas

Ingredientes
  • ¾ xícara (chá) de vodca (180 ml) ou 01 xícara (chá) de vodca (se preferir mais forte)
  • 02 xícaras (chá) de suco de tomate frio (480 ml)
  • ½ colher (chá) de molho inglês (Worcestershire sauce)
  • 06 gotas de molho de pimenta Tabasco
  • 01 colher (sopa) de sumo de limão
  • 01 pitada de sal
  • 01 pitada de pimenta-do-reino moída na hora
  • ½ limão fatiado
  • 04 ramos de salsão com o comprimento um pouco maior que o copo
  • Pedras de gelo a gosto

Modo de Preparo
  1. Em uma coqueteleira ou jarra, misture a vodca, o suco de tomate, o molho inglês, o molho de pimenta, o sumo de limão, o sal e a pimenta-do-reino.
  2. Dentro dos copos, disponha as fatias de limão, as pedras de gelo e os ramos de salsão. Encha cada copo com a mistura da coqueteleira e se quiser, finalize com um pouco mais de pimenta-do-reino.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Lassi Doce

O lassi é uma tradicional bebida indiana, sem adição de álcool e preparada a base de iogurte gelado, especiarias e água de rosas.

Acredito que muitos já devem conhecer ou imaginar, que a culinária hindu, bem como qualquer cozinha asiática, tem sua fascinação por pimentas e condimentos, fato que torna o lassi um refrigério nesses momentos de degustação ou mesmo naqueles dias tórridos.

Quanto as especiarias, não fique preso apenas ao cardamomo, na ausência utilize um pouco de canela ou anis-estrelado.

Rendimento: 04 pessoas

Ingredientes
  • 750 g de iogurte natural
  • ½ colher (sopa) de água-de-rosas
  • 500 ml de água bem gelada
  • 120 g de açúcar demerara
  • 1 colher (café) de cardamomo em grãos
Modo de Preparo
  1. Aqueça uma frigideira na boca do fogão e torre os grãos de cardamomo por 3 minutos, mexendo sempre. Deixe esfriar e triture em uma moenda.
  2. Numa tigela, despeje o iogurte e agregue o açúcar, misturando até dissolvê-lo. Aos poucos, acrescente a água gelada, batendo bem, até que o lassi esteja espumante (utilize um mixer de mão ou liquidificador se desejar).
  3. Adicione a água-de-rosas e o cardamomo triturado ou em pó. Sirva em seguida.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Citrus Mulled Wine

Da mesma forma que os brasileiros apreciam um bom vinho quente em noites frias, que infelizmente não coincidem com a estação climática do nosso Natal, os americanos se deleitam com uma tradição das festas natalinas, o Citrus Mulled Wine

Trata-se de uma versão mais cultuada, oriunda do antigo Mulled Wine.



Rendimento: 07 porções ou 06 pessoas (bebendo moderadamente)

Ingredientes
  • 01 copo de água mineral (250 ml)
  • 2/3 copo de açúcar refinado
  • 01 colher (chá) de cravo-da-índia
  • 01 colher (café) de noz-moscada
  • 08 paus de canela
  • 01 laranja em fatias
  • 01 limão em fatias
  • 02 garrafas de vinho tinto seco (com 750 ml cada)

Modo de Preparo
  1. Em uma panela pequena, combine a água, o açúcar, o cravo-da-índia, a noz-moscada, um pau de canela, as fatias de limão e laranja. Cozinhe em fogo médio até o açúcar dissolver por completo.
  2. Reduza o fogo e cozinhe por mais 10 minutos. Coe os ingredientes sólidos e deixe esfriar.
  3. Em uma panela grande, misture a calda de açúcar aromatizada com o vinho e deixe aquecer em fogo médio.
  4. Distribua o Citrus Mulled Wine em sete canecas com os paus de canela remanescentes.

sábado, 3 de dezembro de 2011

Banana Colada

A Colada de Banana (ou Banana Colada) é uma vertente da pitoresca Piña Colada, coquetéis que fazem parte da tradição gastronômica das ilhas caribenhas.

Se você procura um drink com jeito de tropical, a Banana Colada é um dos melhores, com aroma que remete a calor, praia, e obviamente a férias!

Em terras de cana-de-açúcar, o rum reina soberano, mas nem todos são iguais. O rum de Barbados é diferente do rum de Cuba, bem como o rum de Martinica difere em sabor se comparado ao rum do Haiti.






Rendimento: 01 pessoa

Ingredientes

  • ½ banana prata, madura
  • ¼ de xícara (chá) de rum claro ou escuro (60 ml)
  • 02 colheres (sopa) de creme de coco ou Malibu (30 ml)
  • 01 xícara (chá) de gelo moído
Acessórios
  • 01 coqueteleira
  • 01 shaker ou mixer manual 
  • 01 taça ou copo long drink

Modo de Preparo
  1. Disponha numa coqueteleira, metade do gelo triturado, a banana e o creme de coco (ou Malibu), bata tudo com o shaker até obter um composto homogêneo.
  2. Adicione o rum, feche a coqueteleira e misture rapidamente.
  3. Despeje a Banana Colada no interior de uma taça ou copo long drink com o restante do gelo triturado.

domingo, 23 de outubro de 2011

Licores

Os licores (também conhecidos como "cordiais" ou "ratafias") são bebidas doces com elevada graduação alcoólica, produzidas a partir de ingredientes de sabor acentuado (como frutas, flores, ervas, especiarias, nozes, raízes e sementes) culminadas ao álcool etílico potável (álcool de cereais) ou destilados alcoólicos (conhaque de gengibre, rum, uísque, aguardente, dentre outras).

O licor pode ser denominado seco, fino ou doce, creme (com adição de leite), escarchado ou cristalino.

Normalmente são apreciados como digestivos após as refeições, bebericados em reuniões de charutos ou utilizados no preparo de coquetéis e sobremesas.

Minha família tem certa tradição na fabricação de licores caseiros, dentre esses, o melhor licor de figo que já provei foi feito pelas mãos de meu tio, mas deixando a modéstia de lado posso afirmar que meu limoncello é muito superior aos comercializados em adegas.

Abaixo, fiz uma pequena lista contendo alguns licores essenciais para seu bar privativo. Pode comprar de olhos vendados que certamente você irá gostar.

Lista de Licores Essenciais
  • 1715 
  • Aftershock Hot & Cool Cinnamon Liqueur 
  • Amarula 
  • Baileys Irish Cream
  • Carolans 
  • Chambord 
  • Cointreau 
  • Cuarenta Y Tres (Licor 43)
  • DeKuyper Crème de Bananes 
  • DeKuyper Peachtree Liqueur 
  • Disaronno 
  • Drambuie 
  • Frangelico 
  • Gabriel Boudier Crème de Cassis de Dijon 
  • Galliano 
  • Ginjinha
  • Goldschläger
  • Grand Marnier 
  • Kahlúa 
  • Limoncello 
  • Marie Brizard Anisette Liqueur 
  • Marie Brizard Charleston 
  • Melody Original Crema Catalana Liqueur 
  • Midori Melon Liqueur 
  • Mozart Gold Chocolate Cream 
  • Nocello 
  • Sheridans 
  • Soho

domingo, 16 de outubro de 2011

Alexander

Alexander é um cremoso e requintado coquetel que se tornou muito popular durante o inicio do século XX.

Supõem-se  que foi criado em Londres, no período do casamento de Mary (Princesa e Condessa de Harewood) com o Visconde Lascelles, em 1922.






Ingredientes

Para a Bebida
  • ¾ xícara (café) de creme de cacau (ou licor de chocolate)
  • ¾ xícara (café) de conhaque
  • ¾ xícara (café) de creme de leite fresco batido
  • 03 pedras de gelo
Para Polvilhar
  • 01 colher (café) de noz-moscada ralada

Modo de Preparo
  1. Em uma coqueteleira, coloque o gelo e o restante dos ingredientes. Agite por cerca de 5 segundos.
  2. Coe e despeje em uma taça de Martini ou em um copo short drink (baixo).
  3. Polvilhe com a noz-moscada por cima e sirva em seguida.

domingo, 4 de setembro de 2011

Xarope de Açúcar: Sugar Syrup

O xarope de açúcar (sugar syrup) é o principal coadjuvante dos drinques profissionais, uma vez que é dissolvido facilmente nos coquetéis, além de encorpar as bebidas com muita fluidez. 

Fora do Brasil é relativamente cômodo comprá-lo pronto, mas não há segredo algum para você mesmo fazê-lo em casa, basta lembrar que o açúcar e a água devem ser partes iguais.

Guarde bem a receita que irei passar ou visite-a com frequência, pois alguns coquetéis que farão parte do blog exigirão o uso da mesma.




 

Ingredientes
  • 500 g de açúcar refinado
  • 500 ml de água mineral
Acessório
  • 01 garrafa ou recipiente de vidro esterilizado

Modo de Preparo
  1. Em uma panela, disponha o açúcar, a água e deixe levantar fervura, mexendo constantemente.
  2. Quando começar a ferver e o açúcar estiver completamente dissolvido na água, mantenha no fogo, sem mexer, por mais 1-2 minutos.
  3. Transfira o conteúdo para a garrafa esterilizada e guarde na geladeira por até 2 meses.

sábado, 3 de setembro de 2011

Absinto: O Elixir Esmeralda

O ancestral do licor de anis foi criado por um médico francês chamado Pierre Ordinaire, refugiado monarquista da Revolução da França, em Neuchâtel, na Suíça de 1792.
 
A receita original tinha a pretenção de criar um digestivo médico, que incluía uma infusão de losna (Artemesia absintbium) e mais 15 outras ervas: anis, badiane, camomila, coentro, salsa, veronica, etc. Tais plantas ficavam mergulhadas em uma solução alcóolica com 68% de volume.

Dr. Ordinaire, surpreendentemente, morreu dentro de um ano após a elaboração da bebida, e como não tinha herdeiros, a receita chegou às mãos de sua governanta, Madame Henriot. Ela estabeleceu uma loja de varejo, auxiliada por suas filhas, a fim de vender o produto a uma clientela crescente, contudo, foi um cliente regular chamado Henri Dubied, que colocou o absinto em produção comercial.

Dubied em parceria com seu genro Henri-Louis Pernod, comprou a fórmula da Madame Henriot em 1797, construiu uma fábrica, promovendo a bebida ao status de elixir, que passou a ser um avassalador medicamento para a digestão, um afrodisíaco milagroso e até um potente remédio para a embriaguez (há algo conflitante nesse último efeito).

Pernod herdou o negócio em 1805, expandiu novamente a fábrica ao longo da fronteira com França e começou a rotular a bebida com seu próprio nome, fazendo distinção dos demais imitadores já inseridos no mercado local. 

O aumento das vendas chegou apenas na década de 1840 quando as tropas francesas que lutavam na Argélia foram agraciadas com uma ração diária de absinto, supostamente para evitar os males da malária. 

Os soldados que retornaram para a França em licença, levaram consigo sua sede, o que estabeleceu definitivamente os ditames da bebida no mercado nacional. 

Logo, o absinto foi ganhando popularidade como uma bebida de lazer da periferia boêmia de Paris. 

O pintor Toulouse-Lautrec tornou-se um consumidor fiel e o poeta Verlaine um viciado notório. Creditou-se a bebida propriedades alucinógenas, que levaram o pintor Vincent Van Gogh a cortar-lhe a orelha (mas nós sabemos que a causa foi o saturnismo oriundo das tintas). 

A bebida, cujos poderes de intoxicação foram amplamente aceitos, foi batizada com um número de apelidos como "la déesse verte" (a deusa verde) e "la fée verte" (a fada verde).

Em 1905 o absinto foi proibido na Suíça por consequência de crime hendiondo. 

Um fazendeiro chamado Jean Lanfray, assassinou a tiros sua mulher grávida e duas filhas após uma bebedeira. O tribunal decidiu que os dois copos de absinto que Lanfray bebia diariamente eram os culpados.

Os magistrados escolheram, por motivos desconhecidos, ignorar o galão de vinho, a cerveja e o conhaque que o réu também consumia todos os dias. Lanfray foi condenado por homicídio e sentenciado à prisão perpétua, mas se enforcou em sua cela, pouco tempo depois. 

Em um referendo de 1907, o povo suíço votou a favor da proibição da fabricação e venda do absinto, até mesmo para exportação.

Por razão da alegada toxicidade da bebida, a França seguiu o exemplo da Suíça em 1915, e posteriormente outros lugares na Europa e nos Estados Unidos repetiram o veto, mas nunca na Grã-Bretanha

Uma versão "revival" do produto, o Trenet Absinthe, é feito atualmente em Le Havre, mas toda a produção é exportada, já que a proibição da venda ainda está em vigor na França.
 
Outra marca popular contemporânea é o Absinth Hill, com 70% de teor alcóolico, produzido pela destilaria Hradec Jindrichhuv em Praga, República Checa.

Em breve espero elaborar uma postagem mostrando a forma correta para se fazer o ritual de consumo da bebida, que consiste em combinar o absinto com torrões de açúcar e água gelada.

domingo, 21 de agosto de 2011

Sapphire Martini

A vibrante apresentação do Sapphire Martini, mostra um drinque moderno e ao mesmo tempo elegante, ótimo para ser servido em um evento informal.

Para obter um melhor resultado, leve a taça e a garrafa de gim por 20-30 minutos no congelador.






Rendimento: 01 pessoa

Ingredientes
  • 02 doses de gim (100 ml)
  • ½ dose de Curaçao Blue (25 ml)
  • 01 cereja ao marasquino
  • 04 cubos de gelo
Acessórios
  • 01 taça de Martini
  • 01 coqueteleira com coador

Modo de Preparo
  1. Disponha na coqueteleira o gelo, o gim e a Curaçao Blue. Agite bem para misturar.
  2. Coloque a cereja no fundo da taça e despeje o drinque coado.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Mud Slide

O Mud Slide não é um deslizamento de lama, mas um delicioso coquetel preparado com sorvete de baunilha, calda de chocolate, licor de café e chantilly. Trata-se nada mais que um "milk-shake alcoolizado".

A origem deste drinque engordativo é norte-americana e tornou-se famoso no cardápio da rede de restaurantes Applebee's.


Rendimento: 01 pessoa

Ingredientes
  • 02 xícaras (chá) de sorvete de baunilha
  • 60 ml de licor de café Kahlua
  • Calda de chocolate Hershey's ou similar (para decorar o copo)
  • Chantilly
Acessório
  • 01 taça de vinho tinto

Modo de Preparo
  1. Em liquidificador ou blender manual, bata o sorvete de baunilha com o licor de café.
  2. Decore o interior da taça com a calda de chocolate (chocolate syrup), formando uma delicada espiral.
  3. Despeje o drinque batido na taça e decore o topo com chantilly. Finalize o coquetel com mais uma porção de calda de chocolate, acompanhando o desenho do interior da taça. Sirva a bebida com um canudo.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Sangria Espanhola

A Sangria é um tradicional ponche espanhol, preparado conforme receitas familiares em que se utiliza diferentes frutas. 

A referência ao sangre (sangue), implícita no nome, vem de seu principal ingrediente, o vinho tinto. A receita mais usual leva água mineral em seu preparo, todavia, gostaria de compartilhar uma confecção mais moderna e saborosa com os amigos da Taverna do Peregrino, onde a soda limonada assume as honrarias.

Outra dica bem bacana, também oriunda da Espanha, é a maceração das frutas no vinho da Sangria, 24 horas antes do preparo da bebida. Descarta-se as frutas e utiliza-se o vinho aromatizado com novas frutas frescas de sua preferência.


Rendimento: 06 pessoas

Ingredientes
  • 01 garrafa de vinho tinto seco (720 ml)
  • 02 colheres (sopa) de açúcar refinado (24 g)
  • 04 colheres (sopa) de conhaque (60 ml)
  • ½ dose de cointreau ou curaçau (25 ml)
  • 02 garrafas pequenas e ½ de soda limonada bem gelada
  • ½ limão siciliano com casca cortado em rodelas de 0,5 cm de espessura
  • ½ laranja com casca cortada em rodelas de 0,5 cm de espessura
  • ½ maçã grande com casca e sem sementes, cortada em cubos
  • Cubos de gelo
  • Casca de laranja cortada em espiral para decorar

Modo de Preparo
  1. Numa poncheira ou jarro grande, misture as rodelas de limão e de laranja, as fatias de maçã e o açúcar.
  2. Acrescente o vinho tinto, o conhaque, o cointreau (ou curaçau) e misture bem. Leve à geladeira por 1 hora, no mínimo, ou até gelar bem.
  3. No momento de servir, junte a soda limonada gelada e volte a misturar. Prove e, se preferir, adicione mais açúcar.
  4. Sirva a bebida em copos previamente gelados ou com cubos de gelo.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Hot Toddy

Nesse frio do sudeste brasileiro, nada melhor que uma bebida quente para acalentar o corpo e previnir resfriados, além de promover agradáveis encontros sociais. 

O Hot Toddy é uma excelente opção para quem não almeja beber seu drinque "on the rocks". 

Os toddies são oriundos da Escócia, tendo como ingrediente principal um destilado ou brandy aquecido, algumas vezes condimentados com especiarias e outras vezes adoçados com mel.

O bom desta receita é a facilidade para executá-la, pois, com poucos ingredientes é possível fazer seu toddy a maneira que lhe interessar.



Rendimento:  01 pessoa

Ingredientes
  • 01 colher (sopa) de mel
  • 02 colheres (sopa) de whiskey (30 ml)
  • 02 colheres (sopa) de água bem quente (30 ml)
  • 04 colheres (chá) de sumo de limão siciliano (20 ml)
  • 01 pau de canela pequeno

Modo de Preparo
  1. Em uma xícara de vidro, combine o sumo de limão e o mel. Adicione água quente por cima e dilua os ingredientes com o pau de canela até que estejam bem incorporados.
  2. Acrescente o whiskey e mexa suavemente. Sirva a bebida quente acompanhada do pau de canela.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Campari: Glamour e Paixão em Vermelho

Campari: Da Itália para o Mundo
Na metade do século 19 em Milão, uma bebida de coloração carmesim vibrante criada pelo liquorista Gaspare Campari, iria marcar para sempre o mercado de bitters (aperitivos amargos). 

No inicio o nome era bem complicado “Bitter all’uso di Hollanda”, mas não demorou muito para ser alterado na forma que conhecemos atualmente, Campari Bitter.

A estreia do Campari ocorreu na abertura de um elegante café de Gaspare, o Camparino, localizado na Galleria Vittorio Emmanuele II (fundada em 1867), ao lado da catedral de Milão. Era uma época promissora para as criações, já que todos os donos de bares e restaurantes elaboravam suas próprias bebidas.

A primeira fábrica da bebida surge em 1892, graças à iniciativa de um de seus filhos, Guido Campari, sendo posteriormente aprimorada por seu irmão mais velho, Davide Campari.

O aperitivo continua sendo preparado conforme a receita original de Gaspare Campari, com base em um extrato alcoólico contendo 86 ingredientes (ervas amargas e aromáticas, frutas e especiarias). Obviamente a receita exata é um segredo bem guardado, mas entre os ingredientes reconhecíveis estão o ruibarbo, o ginseng, o óleo cítrico, a romã, a casca de laranja e a casca da árvore cascarilla (típica de Bahamas). 

A atriz Eva Mendes em uma campanha publicitária do Campari
A versatilidade e a cor vermelho paixão do Campari, são os principais atributos que agradam bartenders e clientes ao redor do mundo.

A bela atriz Jessica Alba promovendo a bebida

terça-feira, 7 de junho de 2011

Sex on the Beach

Há muito debate quanto a origem deste sexy coquetel. De um lado alguns afirmam que foi inspirado numa famosa cena do filme "A Um Passo da Eternidade" (From Here to Eternity), após o sucesso do grupo pop T-Spoon no verão de 1953. Contrapondo esse pensamento, eis que surgem os amantes, levantando a bandeira das atividades ilegais um tanto carnais nas areias das praias.


Rendimento: 01 pessoa

Ingredientes

Para o Coquetel
  • 01 dose de vodca (50 ml) 
  • 06 colheres (sopa) de suco de laranja (90 ml)
  • 01 colher (chá) de licor de pêssego (Pêche Mignon)
  • 03 colheres (sopa) de suco de cranberry
  • 08 gotas de grenadine (xarope de romã) 
  • Cubos de gelo (o suficiente)
Para Decorar
  • 01 fatia de laranja ou grapefruit 
  • 01 cereja ao maraschino
Acessório
  • 01 taça previamente gelada ou 01 copo highball

Modo de Preparo
  1. Encha o copo com gelo, despeje a vodca, o licor de pêssego e o suco de laranja.
  2. Adicione por cima o suco de cranberry e lances de grenadine, sem misturar, para que o coquetel adquira uma bela definição de cores. 
  3. Decore com a fatia de laranja na borda e a cereja espetada por um palito. Sirva em seguida.
O inspirador beijo na praia de Burt Lancaster e Deborah Kerr

sábado, 21 de maio de 2011

Ginger Syrup

O ginger syrup ou xarope de gengibre é um exótico ingrediente de coquetéis e sobremesas, um dos segredinhos de bartenders e chefs por todo o mundo.  

Trata-se da redução feita através de uma calda açucarada com pedaços de gengibre fresco. Quando pronto, conserve-o na geladeira e utilize para incrementar drinques, sorvetes, salada de frutas e doces.


Rendimento: 300 ml

Ingredientes
  • 01 xícara (chá) de açúcar refinado (250 g)
  • 01 xícara (chá) de água mineral (250 ml)
  • 12 cm de gengibre fresco, descascado e fatiado

Modo de Preparo
  1. Em uma panela pequena, combine a água, o açúcar e leve para ferver em fogo médio. Quando o açúcar estiver dissolvido, reduza a chama do fogão, adicione o gengibre e deixe ferver por mais 5 minutos.
  2. Remova a panela do fogo e mantenha o gengibre em infusão por 30 minutos. Coe o gengibre, descarte-o e transfira a calda para um recipiente limpo e esterilizado.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Saquê: O Vinho Japonês

A milenar bebida cristalina que leva apenas quatro ingredientes em seu preparo (arroz, água, levedura e koji-kin) é classificada na mesma categoria do vinho.

Originalmente o saquê (oriundo da palavra sakae, que significa “prosperidade”) era apenas consumido em importantes comemorações japonesas (Ano-Novo, casamentos e celebrações xintoístas).

Com o passar do tempo, o saquê ganhou lugar a mesa nas habituais refeições diárias, tornando-se popular, mas sem perder o brilho nobre do período imperial de Nara, a antiga capital do Japão (710 a 792 d.C.). Acredita-se que o saquê seja mais um legado da China, nascido no vale do rio Yangtzé, por volta de 4800 a.C.

Conhecido também por nihon-shu (vinho japonês), a bebida nacional do País do sol nascente divide-se em três categorias: tokkyu (especial), ikkyu (de primeira categoria) e nikkyu (de segunda categoria, comumente utilizado na culinária).

Um pó escuro chamado koji-kin (Aspergillus oryzae), é o fundo responsável pela conversão do amido do arroz em açúcar, além de garantir o característico sabor final do saquê. Em regra, o saquê é envelhecido por até seis meses e, antes de ser engarrafado, é diluido com água para obter um teor alcoólico limitado 16% vol., contudo, há saquês comercializados acima desta graduação. O mestre preparador do saquê é conhecido como toji, sendo responsável pela saqueria (em japonês "kura"), entretanto, o trabalho braçal fica por conta de seus assistentes, denominados kurabito.

Saiba que o saquê pode ser apreciado tradicionalmente de duas maneiras quando in natura:


KIRIN - Servido gelado, quase transbordando, em um recipiente quadrado chamado masu, com capacidade para 180 ml. Suaviza-se o sabor do saquê colocando um pouco de sal na borda do masu. No Japão feudal o masu era utulizado como medidor de arroz, que a cada mil unidades equivalia a um "koku", quantidade necessária para alimentar uma pessoa por um ano.

MIRIN - Servido quente em um recipiente similar a um “copinho” chamado ochoko. A bebida deve ser aquecida dentro de um frasco típico chamado tokkuri, que deverá estar aberto no interior de uma panela com água fervente. A temperatura ideal para servir será em torno de 40ºC.

No Japão, as províncias de Kyoto e Hyogo são consideradas as melhores na produção do fermentado de arroz, enquanto o São Paulo e o Pará lideram a confecção da bebida no Brasil. A primeira fábrica de saquê do Estado de São Paulo surge em Campinas no ano de 1936, através da iniciativa do proprietário da fazenda Tozan, o barão Hisaya Iwasaki.

Bares e restaurantes brasileiros, colaboraram na divulgação da bebida japonesa em território nacional, graças a estimulação da cultura da saquerinha (ou saiquirinha), o delicioso coquetel de saquê com frutas sortidas (kiwi, morango, carambola, lichia, frutas vermelhas, etc.). Gostou da matéria? Então brindemos a essa herança japonesa, kampai!

sábado, 14 de maio de 2011

Caipilima

A tradicional caipirinha todos já conhecem, mas quando o limão é substituído por lima-da-pérsia a bebida recebe um novo nome, caipilima.

A baixa acidez deste fruto cítrico culminado com seu peculiar perfume concede a esta vertente do famoso coquetel brasileiro uma experiência ímpar e muito agradável. 

Há ainda uma vantagem para quem se preocupa contar calorias, a caipilima necessita de menos açúcar, portanto, repita a dose sem desculpa. 

Alguns bares servem a caipilima salpicada com pimenta rosa ou cravo-da-índia, sendo assim, fique a vontade para inovar.


Rendimento: 01 pessoa

Ingredientes
  • 01 lima-da-pérsia cortada em pedaços
  • 01 dose de cachaça (50 ml)
  • 02 colheres (chá) de açúcar refinado ou adoçante
  • Gelo a gosto
Acessórios
  • 01 pilão
  • 01 copo de whisky (318 ml)

Modo de Preparo
  1. Em um pilão, macere a lima-da-pérsia com o açúcar e a cachaça até desprender o sumo da fruta.
  2. Disponha a bebida em um copo, adicione gelo e misture até que estejam incorporados. Sirva em seguida.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Pisco Sour

O Pisco Sour é sem dúvida um dos símbolos da cultura peruana,  tendo raízes que remontam o século XVI, com a chegada dos espanhóis e consequentemente da viticultura.

Preparada com o Pisco, uma espécie de bagaceira produzida a partir da destilação de uvas moscatel, tornou-se um dos mais famosos drinques da América do Sul. O efeito espumante da bebida se dá pela adição da clara de ovo batida.

Há ainda outras vertentes do Pisco Sour, como o Mango Sour (com suco de manga), o Ají Sour (com pimenta verde) e o Sour Haas (com abacate, abacaxi e hortelã)




Rendimento: 01 pessoa

Ingredientes
  • 02 doses de Pisco (100 ml)
  • 01 dose de sumo de limão (50 ml)
  • 02 colheres (chá) de açúcar refinado
  • 01 clara de ovo
  • 03 lances de Angostura
  • 04 cubos de gelo
  • Gomos ou fatias de limão (para decorar)
 Acessórios
  • 01 coqueteleira ou liquidificador
  • 01 copo old-fashioned ou taça de Martini

 Modo de Preparo
  1. Junte na coqueteleira o Pisco, o sumo de limão, o açúcar, a clara de ovo e o gelo. Misture vigorosamente bem até que a bebida esteja espumante (se utilizar o liquidificador, adicione apenas metade do gelo).
  2. Despeje o conteúdo batido no copo e acrescente a Angostura. Decore com os gomos de limão e sirva em seguida.

domingo, 17 de abril de 2011

Marula: A Fruta da Embriaguez

O nome desta fruta africana lhe parece familiar? Não é por menos, uma vez que a marula é o principal ingrediente do renomado licor cremoso Amarula.

Na África do Sul a marula é conhecida como “arvore dos elefantes”, já que os paquidermes parecem gostar dos frutos quando fermentados.

Um néctar embriagante e viciante que fazem os elefantes chacoalhar as arvores, tão pouco se importando com os moradores que ali residem.

Bem que poderiam iniciar uma plantação no nordeste brasileiro, pois a planta tem bom desenvolvimento em terrenos secos e arenosos, capaz de resistir os períodos de secas das savanas e estepes.
O licor predileto entre as mulheres

Muitas tribos africanas atribuem efeitos afrodisíacos para o fruto, sendo mais rico em vitamina C se comparado a laranja.

A árvore é considerada sagrada entre o povo venda, pois a infusão da casca é utilizada para escolher o sexo de uma criança.

Há ainda outras aplicações para esta frutinha amarelada de sabor agridoce, como na elaboração de geleias, vinhos, cerveja e do destilado caseiro chamado mampoer.

Bom, uma coisa é certa, o licor Amarula faz um enorme sucesso entre as mulheres, possivelmente por ser doce e aparentar baixo teor alcoólico.


Agora, segue um vídeo interessante de alguns animais extasiados após comerem a fruta.

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