O galã como a própria denominação sugere, representa o galanteador na indústria cinematográfica, ficando geralmente com o papel de protagonista do filme. Resolvi escrever esta matéria como forma de homenagear as mulheres que tanto são assoladas por incalculáveis pseudo-galãs dos tempos modernos. Os ditos "galãs em preto e branco" eram mais que rostos bonitos, tinham postura, talento, e, tão pouco foram fabricados por programas de baixa qualidade como o Big Brother Brasil ou folhetins de larga produção.
ROCK HUDSON, um galã norte-americano com seus 1m93cm de altura e aparência máscula, foi a grande sensação nos filmes de guerra, western e comédias entre as décadas de 50 e 60. Apesar de tanto sucesso o ator foi vítima de preconceito, perdendo inúmeros papéis em Hollywood após ter declarado que era homossexual. Hudson faleceu de AIDS em 02 de outubro de 1985.
ALAIN DELON postulou a posição de galã graças a sua beleza facial simétrica e harmoniosa, além de possuir um requinte europeu inigualável. O ator francês não obteve a merecida projeção de galã mundialmente conhecido devido pouca exposição hollywoodiana, contudo, foi o símbolo sexual dos anos 60 e 70 e até hoje continua bonito.
MARLON BRANDO detinha talento e beleza de sobra, pelo menos em sua juventude. O ator norte-americano tinha como marca suas sobrancelhas levemente arqueadas, lábios pedindo beijo e olhar rebelde, que lhe renderam inúmeras fãs. No filme franco-italiano “Último Tango em Paris”, Brando mostra sem vergonha alguma que a manteiga pode ser muito útil nos momentos íntimos. Lamentavelmente perdemos esse ícone do cinema, já que o ator faleceu em 01 de julho de 2004.
PAUL NEWMAN possuía beleza plástica tal qual o Apolo da mitologia greco-romana. O ator norte-americano iniciou sua carreira na década de 1950, mostrando grande talento e abrupta pretensão a galã mesmo apesar da baixa estatura. Infelizmente Newman faleceu de câncer em 26 de setembro de 2008, deixando um legado que se estendia dos filmes as obras sociais.
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