Bem vindo!

Tu que és um andarilho virtual na constante busca pelo conhecimento e diversão, celebre a vida conosco! Junte-se à nossa lareira, venha beber uma taça de vinho ou esfriar-se em uma grande caneca de cerveja, faça novos amigos ou solidifique velhas amizades.

"Sem comer e sem beber ninguém se cobre de glória" (provérbio viking).

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Shoryuken Felino

Quem não se lembra do mais famoso "uppercut" do jogo Street Fighter? Só que desta vez não há Ryu e nem Ken, já que um gatinho de estimação executa com perfeição o movimento do vídeo-game.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

A Escala Incendiária da Pimenta

Arrisco dizer que esta informação seja desconhecida pela grande maioria das pessoas que aprecia uma apetitosa comidinha picante.

O ardor das pimentas que tanto nos atraem pode ser medido através de uma escala denominada Scoville, criada em 1912 pelo químico Wilbur Scoville.

O valor tem por base a dissolução da pimenta em seu princípio ativo, isto é, se o fruto receber uma nota 100.000 significa que ele poderá ser diluído 100.000 vezes até que seu princípio ativo não seja mais percebido. 

Logo abaixo, transcrevi uma pequena lista contendo 25 variedades de pimentas com seus respectivos poderes de fogo entre parênteses (conforme a Escala Scoville), assim os desavisados já saberão o que colocar na boca.
  1. Pimentão (0-100)
  2. Pepperoncini (100-500)
  3. Coronado (700-1.000)
  4. Pimenta Biquinho (1.000)
  5. Molho Tabasco de Pimenta Verde (600-1.200)
  6. Poblano (1.000-1.500)
  7. Anaheim (500-2.500)
  8. Molho Tabasco Original (2.500-5.000)
  9. Jalapenho ou Jalapeño (2.500-8.000)
  10. Chipotle (5.000-10.000)
  11. Pimenta Dedo-de-Moça (15.000)
  12. Pimenta-de-Cheiro (20.000)
  13. Serrano (10.000-23.000)
  14. Pimenta-de-Caiena (30.000-50.000)
  15. Cumari e Pimenta-de-Bode (50.000)
  16. Piquin (40.000-58.000)
  17. Murupi (60.000)
  18. Malagueta (50.000-100.000)
  19. Pimenta-da-Jamaica (100.000-200.000) 
  20. Scoth Bonnet (100.000-350.000) 
  21. Habanero do Chile (100.000-350.000) 
  22. Red Savina Habanero (350.000-577.000)
  23. Dorset Naga (876.000-970.000)
  24. Naga Jolokia (855.000-1.041.427)
  25. Trinidad Scorpion Butch Taylor (1.463.700)
  26. Spray de Pimenta Padrão (2.000.000-5.300.000)... my eyessssssssss!
"Minha boca está pegando fogo, o que fazer?"

Ass Burn (melhor nem traduzir): Inferno entrando, Inferno... 
Ledo engano ingerir água para aliviar a ardência da pimenta, ela só irá intensificar o ardor, contudo, há pesquisas mostrando que o leite é o melhor remédio para amenizar a sensação de queimação, isso devido a caseína, uma substância que produz o efeito refrescante.

Dizem também que ingerir pão após a degustação de alimentos apimentados reduz o efeito ardume, e, tanto um método como o outro parece fazer sentido, já que na culinária hindu o lassi (bebida à base de iogurte) e o naan (o tradicional pão achatado) são utilizados como acompanhamento nas fumegantes refeições indianas.

Queimando o chão...

Ghoul Drool (Baba de Vampiro): A embalagem é um caixão.
Para finalizar, gostaria de compartilhar com todos os amigos da Taverna do Peregrino, alguns frascos bem interessantes de molho de pimenta, principalmente no quesito "rótulos e embalagens criativas". No Brasil, um vidro de pimenta que chamou minha atenção quanto a originalidade foi o "Ardência no Regaço" da Companhia das Ervas, o qual deixo como dica para seu consumo.

domingo, 29 de janeiro de 2012

Playlist: Retrô-Hits do Brasil à Beira Mar

Que tal margear a orla do tempo e voltar para um período musicalmente saudosista no Brasil? Imagine-se na plenitude dos anos 80, dentro de um Buggy ou num Gurgel Carajás, rumo as praias de Ipanema ou Guarujá, e no toca-fitas do carro, os grandes sucessos do verão brasileiro. Era uma época em que voar de asa-delta e jogar vôlei de praia estavam na moda, enquanto, Rose di Primo se refrescava com sua água de coco estupidamente gelada.

20 RETRO-HITS DO BRASIL À BEIRA MAR
1. Gang 90 & as Absurdettes - Nosso Louco Amor
2. Marcos Sabino - Reluz
3. 14 Bis - Todo Azul do Mar
4. Baby Consuelo - Menino do Rio
5. Djavan - Lilás
6. Guilherme Arantes - Loucas Horas
7. Lulu Santos - Como Uma Onda
8. Rádio Taxi - Garota Dourada
9. Tunai - Frisson
10. Marina Lima - Uma Noite e Meia
11. Lobão e os Ronaldos - Decadance Avec Elegance
12. Gilberto Gil - Não Chores Mais
13. Alceu Valença - Morena Tropicana
14. Nico Rezende - Esquece e Vem
15. Moraes Moreira - Lá Vem o Brasil Descendo a Ladeira
16. Roupa Nova - Canção de Verão
17. Barão Vermelho - Pro Dia Nascer Feliz
18. Os Paralamas do Sucesso - Óculos
19. RPM - Rádio Pirata
20. Blitz - Você Não Soube Me Amar

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Dança do Ventre

A Dança do Ventre (também conhecido como Belly Dance, Danse du Ventre, Danza del Vientre ou Raks El Sharqi) é somente uma das muitas danças praticadas no Oriente Médio e no Norte da África. Tradicionalmente é um gênero improvisado e espontâneo, guiado por uma música árabe, ritmada ao som de derbakke (ou tabla), mizmar (popular flauta do baladi), al-‘ud (alaúde), daff (ou riq), violino e snujs. A dança consiste em movimentos fluidos de braço e mão, bem como shimmies (tremidos) e movimentos isolados de ombros, pélvis, cabeça e abdômen.

Segundo a vasta experiência da dançarina paulistana Vivi Al Fatna, a Dança do Ventre pode ser definida em seis movimentos primordiais: ondulações, batidas laterais, shimmies (também grafado ximis), oitos, giros e redondos.

A clássica diva da Dança do Ventre, complementou sua síntese, mencionando que a famosa dança do oriente, pode ser enriquecida com alguns acessórios que vão além das roupas ornamentadas, sendo estes: o véu (um delicado lenço colorido que mede entre 1m20cm a 2 metros de comprimento); os snujs (címbalos de metal, parecidos com castanholas); os bastões (bengalas de bambu ou plástico, utilizadas em danças folclóricas árabes, como o said); a espada (a representação da cimitarra árabe, oriunda da dança do deserto, praticada por beduínas à beira de fogueiras); o candelabro (típico acessório feminino utilizado em aniversários e bodas); o leque-véu (também chamado de fan veil, transmite a ideia de labaredas de fogo quando manuseado por profissionais); o pandeiro (instrumento folclórico de influência cigana); e as taças com vela (proveniente dos antigos haréns).

Quando um leigo pensa em Dança do Ventre é normal surgir à mente a famigerada Dança dos Setes Véus, mas o que poucos sabem, é que se trata uma alegoria do século 20, criada pelo saudoso Oscar Wilde na direção de palco de sua enigmática peça "Salomé" (1894), uma idealização teatral que ganhou aclamação popular entre 1905 e 1918. Posteriormente, houve a degeneração ocidental no conceito da Dança do Ventre, graças à deturpação erótica promovida pelo movimento burlesco, que tratou de incutir a imagem do strip-tease na dançarina oriental. Há ainda outro elemento atípico, que de igual modo trouxe conotação sexual e ao mesmo tempo ritualística à Dança do Ventre, uma vertente inspirada nas deusas mitológicas Isis (Egito) e Nidaba (Suméria), denominada Dança com a Serpente.

A Dança do Ventre pode ser exibida tanto por mulheres como por homens, considerando que o gênero masculino recria apenas uma variação performática, já que a dança original está intrinsecamente ligada à anatomia feminina, bem como a fertilidade procedente do Nilo e das deidades egípcias.

Segundo informações contidas no livro "Belly Dance: Orientalism, Transnationalism & Harem Fantasy" dos escritores Anthony Shay e Barbara Sellers-Young, no Egito do século 19, a palavra "khawal" era utilizada para dar nome ao dançarino egípcio, contudo, hoje, o vocábulo também faz referência ao indivíduo que assume o papel “passivo” numa relação homoafetiva. Já no Irã, a figura do dançarino masculino recebe o nome de “raqas-basi”, um termo que é igualmente usado como expressão homofóbica, pois, desde a infância as crianças são orientadas a agirem corretamente, caso contrário, terão má reputação tal qual um “raqas“ (uma moderna abreviação do termo). Distante dos preconceitos e da representação masculina na Dança do Ventre, o homem também poderá exercer a posição de condutor de uma dançarina oriental, desde que para isto, estenda seus braços, delineando um círculo de proteção enquanto ela dança, mas sem tocá-la.

O espaço de dança é usualmente definido por um anel de pessoas sentadas ou em pé, formado por familiares, amigos, convidados de uma celebração, clientes de uma casa noturna (nightclubs) ou turistas de um cabaré egípcio.

Se você está buscando aprofundamento no tema, não deixe de assistir algumas preciosidades cinematográficas, como: “Khalli balk min Zuzu” (1972) e “Ahl al-Hawa” (1955) com Tahia Kariyuka (Tahia Carioca); “Ma-tqulsh il-hadd” (1952), “Habib al-umr” (1947) e “Ahibbak inta” (1949) com Samiya Gamal; e “Tamar Hinnah” (1957) com Naimah Akif.

Bom, espero que tenham gostado deste modesto panorama sobre a envolvente e misteriosa Dança do Ventre. Deixo meus agradecimentos à bela Vivi Al Fatna (a qual ilustra as fotos deste artigo), cuja experiência e sabedoria, tornaram-se essenciais para condensar uma história milenar em um microcosmo de conhecimento.

Para quem procura autênticas músicas de Dança do Ventre, há uma playlist bem interessante aqui no blog: http://tavernadoperegrino.blogspot.com/2011/05/playlist-danca-do-ventre-nas-mil-e-uma.html

domingo, 22 de janeiro de 2012

Movie Playlist: Viajantes do Tempo

Desde H.G. Wells (1866-1946) o homem sonha com a possibilidade de alterar o curso da história através de viagens no tempo. A tentativa de consertar ou desviar o tempo a seu favor, inevitavelmente acarretará um imprevisível paradoxo temporal, isto é, conflitos que desencadeiam ações intermitentes que poderiam nos levar a múltiplas realidades ou, universos paralelos. Nesta seleção de filmes, contemple as consequências e vantagens das viagens temporais.

10 PRODUÇÕES CINEMATOGRÁFICAS SOBRE VIAGEM NO TEMPO
(MOVIE PLAYLIST)

1. De Volta Para o Futuro: A Trilogia (Back to the Future: The Trilogy) - 1985, 1989 e 1990 
2. A Máquina do Tempo (The Time Machine) - 1960 e 2002
3. O Exterminador do Futuro (Terminator) - 1984
4. Efeito Borboleta (Butterfly Effect) - 2004
5. O Homem do Futuro (O Homem do Futuro) - 2010
6. Os 12 Macacos (Twelve Monkeys) - 1995
7. Planeta dos Macacos (Planet of Apes) - 1968
8. Em Algum Lugar do Passado (Somewhere in Time) - 1980
9. De Repente 30 (13 Going On 30) - 2004
10. Feitiço do Tempo (Groundhog Day) - 1993

sábado, 21 de janeiro de 2012

Faith No More: The Real Thing

O álbum The Real Thing (1989) representa o terceiro trabalho de estúdio na discografia do Faith No More, um monólito musical que definiu o limite entre o passado e o futuro da banda californiana.

A despedida do alcoólatra Chuck Mosley para a entrada do esfuziante Mike Patton, de apenas 20 anos, tornou-se a principal mudança benéfica que resultou em um sucesso avassalador nos anos 90.

As habilidades vocais de Patton embalaram um inovador funk metal com lampejos de rock progressivo, influenciando importantes bandas de numetal, como Limp Bizkit e Korn

Deleite-se com o teclado de Roddy Bottum no hit "From Out Of Nowhere"; vibre em "Falling To Pieces" com a emblemática presença funk do baixista Bill Gould e do baterista Mike Bordin; ou viaje nos solos de guitarra de Jim Martin no megassucesso "Epic".

E por falar em "Epic" (nono lugar nos Estados Unidos), este single em forma de videoclipe, vastamente divulgado pela MTV, elevou o Faith No More a posição de super-banda, bem como tornou Mike Patton um símbolo sexual do rock alternativo.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Playlist: Submersão

The Triton and the Mermaid: Boris Vallejo (1981)
Muitas vezes o ato de submergir pode ser necessário em determinados momentos de nossas vidas, e não digo isso literalmente, mas metaforicamente, pois, quando estamos cercados pela turbulência do cotidiano, nada melhor que mergulharmos numa envolvente sequência musical para deixarmos de lado certos aspectos do dia-a-dia. Que a fluidez desta eclética playlist equilibre seu eixo, despertando-o para novas ideias e elevando sua consciência para novos ritmos.

20 MÚSICAS PARA ENTRAR EM SUBMERSÃO (PLAYLIST)
1. Andreas Vollenweider - Lunar Pond
2. Enya - Shepherd Moon
3. Amazonics - Redemption Song
4. Bat For Lashes - Let's Get Lost
5. Cocteau Twins - Lorelei
6. Deep Forest - Night Bird
7. Icehouse - Cross the Border
8. Opus III - It's a Fine Day
9. Ladytron - Beauty
10. Moby - Why Does My Heart Feel So Bad [feat. Shining Light Gospel Choir]
11. Olive - You're Not Alone
12. Roger Sanchez - Another Chance
13. Robert Miles - Children [Dream Version]
14. Smashing Pumpkins - 1979
15. Pink Floyd - Marooned
16. The Dandy Warhols -You Were the Last High
17. The Doors - Riders On The Storm
18. Loreena McKennitt - The Mystic's Dream
19. Sarah Brightman - Only An Ocean Away
20. Sade - No Ordinary Love

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Divas em Preto e Branco (Parte I)

Se no próprio dicionário da língua portuguesa a palavra "diva" é definida como uma mulher de feições ou formas perfeitas, seria insanidade de minha parte escolher outro termo para adjetivar a beleza e a sensualidade dessas atrizes que vem nos enfeitiçando há décadas. Era uma época em que o erotismo não significava exposição explícita, conforme vemos hoje em dia, numa exagerada demanda por carne fora de contexto.

JANE FONDA representava em minha saudosa década de nascimento, o ideal de beleza feminina a ser alcançado, um posto conquistado no inicio dos anos 50, quando atuou como modelo fotográfica em diversas revistas de moda, das quais, ilustrou a memorável capa da Vogue de julho de 1959. No final da década de 1960, a belíssima "Lolita" nova-iorquina, seria mundialmente aclamada com o título de símbolo sexual, exaltada por películas como Dívida de Sangue (1965) e Barbarella (1968). Até o Duran Duran rendeu-se a formosura de Barbarella (personagem interpretada pela atriz), que inclusive deu origem a uma emblemática música da banda britânica.

CLAUDIA CARDINALE pode tranquilamente ser descrita em uma única palavra italiana: stupenda!  Certa vez, Brigitte Bardot declarou à mídia que a ilustríssima filha de sicilianos seria sua provável sucessora: "Eu já sei quem está destinada a tomar meu lugar. Só pode haver uma, e uma sozinha. Depois de "BB" vem "CC", não?". Claudia, entretanto, transcende o rótulo de símbolo sexual, pois provou ser uma atriz talentosa e versátil. Aos homens que assistirem "8½" (1963) de Federico Fellini e "Era Uma Vez no Oeste" (1968) de Sergio Leone, estar-se-ão sujeitos a uma única consequência previsível, ficarem perdidamente apaixonados por Claudia Cardinale. 

BRIGITTE BARDOT, também chamada carinhosamente de "BB", é de longe um dos maiores ícones sexuais da história cinematográfica, considerada por muitos como a versão francesa de Marilyn Monroe. Fruto de uma carreira profissional que teve inicio aos 15 anos, fase em que Bardot tornou-se modelo da revista Elle. E ao completar dezoito primaveras, a idolatrada diva de boca carnuda casa-se com o homem mais sortudo do mundo, o cineastra francês Roger Vadim. E quando disse afortunado, não exagerei, pois, esse mesmo sujeito também foi marido de Jane Fonda e Catherine Deneuve.

SOPHIA LOREN ou Sofia Scicolone é outra grande representante da cobiçada beleza italiana que se propagou pelo mundo nas décadas de 1960 e 1970. Para esta romana de olhar avassalador, o segredo da conservação de sua beleza, vem da prática diária de sexo: "Realmente para mim foi um drama me manter bela, mas faço amor todos os dias, creio que isso ajuda". Sophia é uma das poucas divas de sua época que ainda continua em atividade como atriz, algo que poderemos conferir em "Nine" (2009).

ELIZABETH TAYLOR será para sempre a eterna Cleópatra das telas do cinema, que um dia nos agraciou com sua delicada beleza e talento fenomenal. Em vida, Liz Taylor colecionou inúmeras jóias, dezenas de prêmios e impressionantes sete maridos, uma atitude que para muitos seria atribuída a uma pessoa compulsiva e inconstante. Mas como resistir esse olhar? Infelizmente, aos 79 anos, esta atriz inglesa de alma norte-americana, deixou a luz da ribalta, em 23 de março de 2011.

domingo, 15 de janeiro de 2012

Gelato di Ricotta

Já que nesta semana escrevi sobre a belíssima Grotta Azurra, achei que seria interessante dispor aos seguidores da Taverna do Peregrino, uma deliciosa receita da região de Lazio.

Trata-se do Sorvete de Ricota (Gelato di Ricotta), uma aerada sobremesa italiana muito fácil de preparar, cujo sabor combinará perfeitamente com um bom Vin Santo.

Rendimento: 06 pessoas

Ingredientes
  • 500 g de ricota fresca
  • 100 g de açúcar refinado
  • 05 colheres (sopa) de rum ou conhaque
  • 05 gemas

Modo de Preparo
  1. Passe a ricota por uma peneira e reserve-a. Bata as gemas com o açúcar até obter um creme bem fofo (a mesma técnica utilizada para o preparo do pão-de-ló).
  2. Desligue a batedeira e aos poucos, incorpore a ricota e o rum.
  3. Distribua a mistura em um refratário, alisando sua superfície com uma espátula ou pão-duro. Cubra com uma folha de papel-manteiga e leve à geladeira por, no mínimo, 3 horas. Se preferir, sirva-o acompanhado de frutas frescas ou secas.

sábado, 14 de janeiro de 2012

Grotta Azurra

Marina Grande, o maior porto da ilha de Capri, na Itália, é o ponto de partida para a fantástica Grotta Azzurra (ou Gruta Azul). O nome desta famosa caverna faz menção a sua singular característica, uma iluminação natural que resplandece o belíssimo brilho azul turquesa. O passeio é feito por barcos a remo, que cruzam uma pequena abertura na pedra, com cerca de 2 metros de altura, exigindo em marés altas, que os turistas se deitem ao passar. Os romanos do período de Tibério acreditavam que o interior da gruta era habitado por ardilosas sereias, um reino de demônios marinhos carregado de feitiços e maus agouros.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...